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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Frase do dia - Aprendizado
Aquele que pergunta é um tolo por 5 minutos, mas aquele que não pergunta continua sendo tolo para sempre.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
A nova escola
Atualmente o método de ensino (ao menos nos locais onde estudei) é extremamente genérico e padronizado. Os mesmos assuntos são ensinados da mesma forma durante o mesmo tempo para pessoas diferentes, que raciocinam e aprendem de maneiras distintas. É conhecido modelo com professor, sala de aula, quadro negro, lista de presença e provas. Este método tem seus aspectos positivos, pois facilita na preparação da aula, facilita a vida do mestre, facilita a massificação do ensino e, de certa forma, mantém um mínimo "padrão de qualidade".
Apesar destes pontos positivos, que agilizaram a disseminação do ensino até os dias de hoje, existem algumas linhas que sugerem mudanças na metodologia do ensino de modo que este seja mais personificado de acordo com as características de cada pupilo. A idéia é ensinar de uma maneira bem direcionada às vontades e objetivos de cada pessoa, onde o aluno tem liberdade para escolher aprender o que gosta e tem seus talentos individuais são valorizados. Agregue a isso um plano de aprendizado individual e direcionado de acordo com a capacidade do indivíduo (considerando que pessoas diferentes aprendem de formas diferentes e em tempos diferentes) e orientado por um mestre/mentor.
Para alguns pode parecer algo revolucionário modificar tão fortemente a forma de ensinar, mas se formos analisar mais de perto, as metodologias de ensino pouco evoluíram nos últimos tempos em comparação com as evoluções tecnológicas e empresariais, por exemplo. Mesmo com os diversos benefícios trazidos pelas novas tecnologias, como a internet, a multimídia, os computadores e os projetores, a metodologia continua a mesma: um professor, muitos alunos, informações generalizadas e empacotadas para uma turma, e, simplesmente, "jogadas" (apresentadas) para o aluno...
Será que este modelo impessoal de "linha de produção" é a melhor forma para se ensinar e para se aprender com qualidade?
Apesar destes pontos positivos, que agilizaram a disseminação do ensino até os dias de hoje, existem algumas linhas que sugerem mudanças na metodologia do ensino de modo que este seja mais personificado de acordo com as características de cada pupilo. A idéia é ensinar de uma maneira bem direcionada às vontades e objetivos de cada pessoa, onde o aluno tem liberdade para escolher aprender o que gosta e tem seus talentos individuais são valorizados. Agregue a isso um plano de aprendizado individual e direcionado de acordo com a capacidade do indivíduo (considerando que pessoas diferentes aprendem de formas diferentes e em tempos diferentes) e orientado por um mestre/mentor.
Para alguns pode parecer algo revolucionário modificar tão fortemente a forma de ensinar, mas se formos analisar mais de perto, as metodologias de ensino pouco evoluíram nos últimos tempos em comparação com as evoluções tecnológicas e empresariais, por exemplo. Mesmo com os diversos benefícios trazidos pelas novas tecnologias, como a internet, a multimídia, os computadores e os projetores, a metodologia continua a mesma: um professor, muitos alunos, informações generalizadas e empacotadas para uma turma, e, simplesmente, "jogadas" (apresentadas) para o aluno...
Será que este modelo impessoal de "linha de produção" é a melhor forma para se ensinar e para se aprender com qualidade?
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Respansabilidade + Desafios vs Conforto
Uma vez aprendi na AIESEC que responsabilidade consiste da habilidade em dar respostas (do inglês response + ability). Respostas no sentido de assumir compromissos e de ser capaz de responder por eles. Seria algo parecido com o termo accountability em inglês (prestar contas, responsabilização...).
Engraçado... eu que "sempre" fui mais do pensar e do planejar estou numa fase de assumir mais responsabilidades e de fazer as coisas acontecer, agir!
Contextualizando um pouco: estou há 3 semanas trabalhando como único consultor alocado diretamente num novo cliente. Entrei lá no processo de implantação de uma nova versão de um novo sistema que (até então) eu desconhecia, numa área de negócio nova (securitização) e num ambiente de software novo (Microsoft), com a aplicação desenvolvida numa tecnologia nova por uma equipe de outra cidade que eu ainda desconheço...
Junte ao cenário acima uma série de problemas para resolver no sistema (tanto na versão nova quanto na atual), o processo de implantação da nova versão e as cobranças constantes do cliente ao pé do seu ouvido. Para minha pessoa, isso é um GRANDE desafio, que inicialmente gerou um certo desconforto. Muitas vezes eu sequer sabia por onde começar: "o que é mais importante?! sistema atual ou sistema novo? qual usuário tem prioridade?"... , não sabia a quem recorrer, não sabia como resolver aquele problema que era "para ontem"... foi fóda.
Passadas 3 semanas e já me sinto mais tranquilo e apto para resolver os problemas. Sinto que estou me habituando e superando aqueles fatores desconfortáveis do contexto inicial: desconhecimento, incertezas e mudanças.
O mais engraçado foi o fato de todas essas mudanças "me incomodarem", pois, muitas vezes, eu me incomodava justamente com o oposto: quando estava numa situação de trabalho/cliente/ambiente confortável demais, andando devagar, fazendo sempre as mesmas coisas, aprendendo pouca coisa nova, seguindo no blá blá blá técnico e agregando pouco ao negócio.
Me pergunto: "como faço para me sentir deconfortável com algo que eu acreditava que poderia ser muito melhor (as mudanças)???". Então cheguei a conclusão de que existe um ponto de equilíbrio. Um ponto onde se tem segurança e conhecimento básico para tomar decisões e resolver os problemas, mas que ainda se tem bastante a aprender e muitos desafios pela frente. Faz sentido?!
Engraçado... eu que "sempre" fui mais do pensar e do planejar estou numa fase de assumir mais responsabilidades e de fazer as coisas acontecer, agir!
Contextualizando um pouco: estou há 3 semanas trabalhando como único consultor alocado diretamente num novo cliente. Entrei lá no processo de implantação de uma nova versão de um novo sistema que (até então) eu desconhecia, numa área de negócio nova (securitização) e num ambiente de software novo (Microsoft), com a aplicação desenvolvida numa tecnologia nova por uma equipe de outra cidade que eu ainda desconheço...
Junte ao cenário acima uma série de problemas para resolver no sistema (tanto na versão nova quanto na atual), o processo de implantação da nova versão e as cobranças constantes do cliente ao pé do seu ouvido. Para minha pessoa, isso é um GRANDE desafio, que inicialmente gerou um certo desconforto. Muitas vezes eu sequer sabia por onde começar: "o que é mais importante?! sistema atual ou sistema novo? qual usuário tem prioridade?"... , não sabia a quem recorrer, não sabia como resolver aquele problema que era "para ontem"... foi fóda.
Passadas 3 semanas e já me sinto mais tranquilo e apto para resolver os problemas. Sinto que estou me habituando e superando aqueles fatores desconfortáveis do contexto inicial: desconhecimento, incertezas e mudanças.
O mais engraçado foi o fato de todas essas mudanças "me incomodarem", pois, muitas vezes, eu me incomodava justamente com o oposto: quando estava numa situação de trabalho/cliente/ambiente confortável demais, andando devagar, fazendo sempre as mesmas coisas, aprendendo pouca coisa nova, seguindo no blá blá blá técnico e agregando pouco ao negócio.
Me pergunto: "como faço para me sentir deconfortável com algo que eu acreditava que poderia ser muito melhor (as mudanças)???". Então cheguei a conclusão de que existe um ponto de equilíbrio. Um ponto onde se tem segurança e conhecimento básico para tomar decisões e resolver os problemas, mas que ainda se tem bastante a aprender e muitos desafios pela frente. Faz sentido?!
terça-feira, 24 de junho de 2008
E agora?
Conversei agora com o Prof. Nique sobre o MBA em Gestão Mercosul-Europa. É um programa intercultural com 2 anos de duração onde estudarão alunos do Brasil, França e Rússia. As aulas serão todas em inglês. Estudaremos 3 meses aqui depois 4 meses lá. Depois disso, os Brasileiros trabalham de 4 a 6 meses numa empresa de lá, enquanto que os Franceses trabalham em empresas daqui. Ao final desta etapa, o aluno deve escrever uma monografia relatando a experiência do estágio e defendê-la perante uma banca com professores dos 3 continentes.
Além disso, o curso oferece aulas de inglês, francês e português (aqui no Brasil) e aulas de inglês, francês, mandarim, russo e português lá na França. A turma prevê 25 alunos, sendo 10 do Brasil, 10 da França e 5 da Rússia. No final, se obtém um diploma UFRGS - universidade do interior da frança que esqueci o nome, e outro da universidade de Paris (a qual também esqueci o nome).
Tudo parece muito lindo. Entretanto, é preciso lembrar que existe o custo de vida europeu envolvido aí. Seria algo em torno de EU$ 700,00 por mês para viver legal num JKzinho, com comida e um pouco de grana para conhecer o país. Tem as passagens de ida e volta para o velho mundo e os singelos EU$ 9k da pós...
E agora???
Além disso, o curso oferece aulas de inglês, francês e português (aqui no Brasil) e aulas de inglês, francês, mandarim, russo e português lá na França. A turma prevê 25 alunos, sendo 10 do Brasil, 10 da França e 5 da Rússia. No final, se obtém um diploma UFRGS - universidade do interior da frança que esqueci o nome, e outro da universidade de Paris (a qual também esqueci o nome).
Tudo parece muito lindo. Entretanto, é preciso lembrar que existe o custo de vida europeu envolvido aí. Seria algo em torno de EU$ 700,00 por mês para viver legal num JKzinho, com comida e um pouco de grana para conhecer o país. Tem as passagens de ida e volta para o velho mundo e os singelos EU$ 9k da pós...
E agora???
terça-feira, 10 de junho de 2008
Livros lidos
Mais uma da série "Listas". Vou começar com os livros que li recentemente (de um ano e meio para cá).
- A essência de parar (David Kundtz): Fala sobre a importância de parar de tempos em tempos. São aqueles momentos em que a gente desliga do mundo e simplesmente fica quieto, pensando em nada, sentindo a respiração e o silêncio. O livro mostra que este ato é necessário a qualquer ser humano e esclarece a importância que estas "paradas" tem para o nosso auto-conhecimento. Recomendo.
- Lovemarks - O futuro além das marcas (Kevin Roberts): Este livro mostra o poder que as lovemarks têm. Ele fala sobre a importância de se construir estas marcas do coração e do impacto que uma lovemark gera nas pessoas e em sua decisão de compra e fidelidade. Cita exemplos de marcas como Coca-Cola, Google, Beatles e Toyota. Muito bom para os publicitários e marketeiros.
- Os seis chapéus do pensamento (Edward de Bono): É uma idéia meio maluca para organizar pensamentos (incluindo discussões ou reuniões). O autor comenta que cada pessoa se destaca numa forma de pensar e que o pensamento tende a ser desordenado em situações de pressão ou quando trabalhando em grupo. A sugestão para obter maior agilidade e melhores resultados no debate de idéias é dividir o processo de discussão em 6 partes diferentes (os 6 chapéus).
Por fim, o autor comenta sobre as vantagens de utilizar este método, pois ele estimula que cada indivíduo "ponha" cada um dos chapéus e aprenda a desenvolver habilidades para pensar sob pontos-de-vista diferentes. O livro é bastante repetitivo, então recomendo ele para os prolixos. Se quiser ter uma idéia segue breve explicação dos chapéus abaixo.
- Chapéu Branco (fatos e números): Informativo e calculista.
- Chapéu Vermelho (emoções e sentimentos): Momento de intuições, sentimentos e palpites.
- Chapéu Preto (cautela e cuidade): Para uns pode ser visto como "pessimista". Entretanto ele passa a idéia de maior precaução, essencial para análise de riscos.
- Chapéu Amarelo (especulativo e positivo): Pensamento especulativo e positivo.
- Chapéu Verde (pensamento criativo): Pensamento lateral, fertilidade e criação construtiva.
- Chapéu Azul (controle do pensamento): Momentos de foco e de monitoramento. Poder de resumir e concluir.
- Quem tem medo do escuro (Sidney Sheldon): É um romance policial, onde duas mulheres se conhecem após morte de seus maridos. Apesar desta ligação, elas se odeiam, e partem, individualmente, na tentativa de desvendar o mistério da morte de seus maridos. Muito bom!
sábado, 24 de maio de 2008
Conhecimento
Hoje, ao dar uma revisada geral no quarto (vulgo 5S), percebi quantos livros, revistas e certificados de cursos havia na minha gaveta. Puta que pariu! É impressionante como já fiz e aprendi coisas na vida e como, ainda assim, existe milhares de coisas novas para viver e aprender.
Só de livro tenho uns 25. Destes, eu li apenas uns 13. Sim, à primeira vista isso pode parecer pouco. Mas cabe aqui ressaltar que comecei a ter interesse por leitura há um ano e meio atrás. Então a média até que está boa. :P
Eu sei, eu sei... Isso é triste. Um jovem de nível superior, graduado na UFRGS e que não gostava de ler. Acho que isso explica porque o Brasil é assim... hehe!
Revistas muiiiiiitaaaas! Tenho a sorte da Clá ter acesso fácil aos mais variados tipos de revistas que se pode imaginar. A maioria é de negócios, tecnologia da informação (TI), mercado (economia e ações) e empreendedorismo. Ela já trouxe até revista com ensaios sensuais de moças, acreditam? hehehe!
Seguindo o trabalho do 5S, me pus a selecionar algumas revistas para jogar fora. Li capa a capa, e senti o quanto mais eu queria saber e aprender sobre aqueles assuntos. Mas, infelizmente, não tive tempo para me aprofundar melhor naquelas revistas enquanto as informações ainda eram "quentes".
Me senti um burro! Não por não ter lido as revistas e livros a tempo, mas pelo fato de não ter tido tempo para fazer o que eu tenho maior vontade de fazer. Será que estou investindo meu tempo no que eu mais gosto e no que é mais importante para mim?
Só de livro tenho uns 25. Destes, eu li apenas uns 13. Sim, à primeira vista isso pode parecer pouco. Mas cabe aqui ressaltar que comecei a ter interesse por leitura há um ano e meio atrás. Então a média até que está boa. :P
Eu sei, eu sei... Isso é triste. Um jovem de nível superior, graduado na UFRGS e que não gostava de ler. Acho que isso explica porque o Brasil é assim... hehe!
Revistas muiiiiiitaaaas! Tenho a sorte da Clá ter acesso fácil aos mais variados tipos de revistas que se pode imaginar. A maioria é de negócios, tecnologia da informação (TI), mercado (economia e ações) e empreendedorismo. Ela já trouxe até revista com ensaios sensuais de moças, acreditam? hehehe!
Seguindo o trabalho do 5S, me pus a selecionar algumas revistas para jogar fora. Li capa a capa, e senti o quanto mais eu queria saber e aprender sobre aqueles assuntos. Mas, infelizmente, não tive tempo para me aprofundar melhor naquelas revistas enquanto as informações ainda eram "quentes".
Me senti um burro! Não por não ter lido as revistas e livros a tempo, mas pelo fato de não ter tido tempo para fazer o que eu tenho maior vontade de fazer. Será que estou investindo meu tempo no que eu mais gosto e no que é mais importante para mim?
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Retomando
Há alguns meses tenho pensado em retomar o processo de escrita. É uma ideia que tem se passado pela minha mente em diferentes cenários e con...
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"Escuta e serás sábio. O começo da sabedoria é o silêncio." Pitágoras (copiei do Gustavo Costa)
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